30 agosto, 2008

Diarinho



Sexta-feira, 29 de agosto.
Entrevista, explicações, anotações e assim a tarde foi. Agora estou aqui, sentada no gazebo de chá da praça que fizeram em homenagem ao Imin 100. Praça essa que o artista japonês retratou em um quadro feito com grãos de arroz. Quadro esse que está na sala ao lado do entrevistado da tarde. Entrevistado esse que encheu minha cabeça de informações. Informações essas que vão ter que virar uma matéria pro jornal mural.

O engraçado é que os acontecimentos não acabaram ali. Conversar com alguém desconhecido no calçadão, alguém desconhecido vir me perguntar do meu cabelo, algum mané vir com papo de "eu não quero ser mais um anônimo em sua vida, prazer, meu nome é X" (é, nem lembro o nome do cara), conversar com um cara com um instrumento nas mãos e descobrir que o Toquinho fez um show aqui e eu nem sabia. Ir ao bar com amigos do namorado achando que ia ser meio constrangedor, que ia faltar assunto e no final ter trocado altas idéias, se divertido muito e principalmento comido muito!
Dia legal.


Sábado.

Ir ao lago, ir à pedreira. No final não vemos o potencial da cidade, que o lago pode oferecer lugares pra lazer, que é um lugar bonito e definitivamente deveríamos ir mais lá. A pedreira, surreal, não parece que estamos em Londrina. Um buraco no meio da paisagem, feita pelos homens, mas um lugar belo. Alturas, pedras, um pequeno lago, lugar que parece ser feito pra canalizar energias. O clima ajudou bastante, sol forte, céu azul e um ventinho refrescante. Não ficamos muito tempo em nenhum dos lugares, mas foi o suficiente pra lembrar que a vida me reserva muita coisa ainda, que não há razão para que eu fique com sentimentos deprês....

27 agosto, 2008

Primeira vez


Escrever, redigir, corrigir, ler, editar, ligar, entrevistar, fotografar, apurar, confirmar, estressar. Uma rotina se instaura e olha que sou só uma mera estudante de jornalismo. Falar ao telefone, ai que tarefa difícil! Nunca gostei muito de telefone, me acomodei a frieza(?) da comunicação virtual.
Ensaio o que vou falar ao telefone algumas vezes antes de pegar o aparelho e conferir mais umas tantas outras o número discado. A primeira entrevista ao vivo foi...foi...sei lá, foi! Errei a entrada do local, não sabia como funcionava o estacionamento, mal sabia chegar lá. Não sabia o que perguntar exatamente, fiquei com vergonha de pedir que ela repetisse as respostas, tive alguns problemas com repetição de idéias, fiqui claramente atrapalhada. Não foi a primeira matéria produzida, mas foi a primeira ida ao encontro de um entrevistado. Mas com isso vou me conhecendo, vejo que meus limites se expandem bem mais do que eu imagino.


que isso se reflita em outros aspectos da minha vida.

19 agosto, 2008

Carnerolobo


Os lobos devoram a alma dos carneiros. Os carneiros se transvestem de algodão. Se outrora era o lobo que se transvestia de carneiro, hoje os carneiros viraram carnívoros. O lobo, coitado, ficou a comer o pasto deixado pra trás.
A menininha lorinha, de cabelos enroladinhos que antes saltitava alegre e cantante pelos campos foi devorada por um dos carneirinhos, filhote ainda.
A carcaça de um lobo deixada pra trás revela sua verdadeira essência: um carneiro com o coração amargurado. Mas já não se resume a isso, agora são os carneiros que sao lobos de corações enegrecidos. Se os lobos eram carneiros e agora os carneiros são lobos, eles são todos da mesma essência.
Negro. Macabros. Malditos e malvados.

14 agosto, 2008

Sobre as coisas que me deprimem


Mais uma vez a uel conseguiu me deprimir. Ouvir Nine Days me deixa pra baixo, apesar de ser "meio" alegrinha. Achar vestidinhos maravilhosos mas que valem os dois rins me deixam desanimada e indignada. Ficar na internet encarando a tela me deixa entorpecida. Assistir a uma aula de filosofia com o professor passando mensagens que o são encaminhadas através de e-mails me deixam aérea (ok, eu adoro o professor mas aquilo é foda). Olhar sapatos-boneca (meu mais novo objeto de desejo) na internet e saber que vou ter que rodar meia Londrina pra achar algum parecido me deixa cansada. As pessoa com quem convivo diariamente me deixam em um estado que nem eu sei definir, sou mais verdadeira, mas ao mesmo tempo criei uma nova versão de mim desde que começou as aulas.

13 agosto, 2008

acha que é bonito ser feio

Não entendo até hoje porque contar que matava aula, que colava em todas as provas, que não respeitava professor, que era um aluno bagunceiro ou qualquer coisa do tipo é prova de que aproveitou o colégio, ou que era o fodão.
É, eu sempre fui quieta na sala, não tinha vontade (coragem) de matar aula, não sabia colar/passar cola.
É, e depois que brasileiro ganha fama pelo seu "jeitinho" acham ruim...


sim, fico com discursinho caxias, mas ando me irritando com tudo/todos ultimamente (sempre)

08 agosto, 2008

Vícios e reconhecimentos


Fotografia está se tornando uma coisa cada vez mais apaixonante, mas parece que não há reconhecimento algum por parte de ninguém, na verdade a maioria das pessoas nem sabe das fotos que eu tiro apesar de estarem expostas em um site de conhecimento público. Sinto que sou um fracasso quando paro e penso que tenho esse blog o qual pouqíssimas pessoas leêm, o flickr que quase niguém acessa, um orkut que não recebe scraps e mais ainda quando vejo que é o virtual me dando depressão real.
Exercitar as escritas: a das palavras e a da luz, é o que me resta...

31 julho, 2008

1


Um dia que deveria não existir.
Outro dia que não queria ter vivido,
dias em que a vida se esvai.
O cheiro das flores, o ar pesado com sentimentos,
a fumaça do incenso toma conta do lugar;
Morte...

A árvore ao vento, a menina no meio da multidão. A árvore recebe as carícias, a menina tenta abstrair toda aquela dor. O vai-e-vem das folhas distrai a menina que durante uns segundos consegue sorrir, imaginar que agora eles estão lá, na imensidão do céu azul, cuidando de nós. O movimento das folhas foi com o último tchau dado por eles.

28 julho, 2008

Perda

Um pouco mais de um mês e a mesma 'rotina' se instaurou: visitas ao hospital, orações, correntes de orações, velório na seicho-no-ie, passar a noite em claro, missas e finalmente o enterro, o mesmo cemitério, o mesmo lugar. Dois irmãos que deixaram o mundo material, dois pais que deixaram filhas e esposas, dois tios que deixaram a família inteira em estado de choque. Uma tia na UTI, a mesma que sofreu com a perda do marido um mês atrás. Todos da família estão confusos, perdidos. Eu não sei o que pensar, como reagir a isso tudo. Meu corpo reflete o estado de espírito, febril, dor no corpo, estômago revirado, o que não verbalizo se manifestando silenciosamente... Confusão mental generalizada. Nunca fui muito religiosa/espiritualizada, mas agora peço a Deus que dê forças para que entendamos isso e um dia, quem sabe, consigamos superar.

22 julho, 2008

Sonhos (esse de quando a gente dorme mesmo)


Enquanto estou sonhando tudo parece tão real, mas ao mesmo tempo sei que é um sonho e tenho a sensação de que quando acordar vou lembrar de tudo e poder contar o quão maluco foi para o namorado. Mas não é assim, parece que no momento em que abro os olhos pela primeira vez, aquela imagem clara e nítida se transforma em algo embaçado e todo embaralhado.

Não sei ao certo o que sonho todas as noites, mas sei de uma coisa, ando acordando meio atordoada, sinto que são coisas agitadas, acordei tensa, segurando o cobertor apertado nas mãos e com o corpo contraído. Uma coisa que anda sendo recorrente é eu (tentar) bater em alguém. Acho que ando reprimindo muita raiva das coisas hahahaha e ah, o "tentar" bater ainda por cima é porque eu nunca tenho força o suficiente pra machucar as pessoas ou fazer algum estrago considerável por assim dizer.... Além de tudo sou frustrada porque nem em sonhos consigo bater em alguém hahaha.

Mas sonhos sempre me intrigaram, houve épocas em que eu tinha quase o mesmo sonho todas as noites e esses tempos comecei a sonhar coisas que sinto que já sonhei antes. Não sei se acredito em significado dos sonhos como dizem por aí, mas que eles querem dizer algo, ah isso querem...

07 julho, 2008

É, tô velha


É quando você percebe que a sua "priminha" está indo aos mesmos lugares que você já foi. É quando você olha as fotos das pessoas que estudaram no mesmo colégio que você, que eram beeeeem mais novos (ou nem tanto assim, mas quando se está no colegial a gente se acha). É quando as amigas começam a ter filhos (tá, meio cedo, mas mesmo assim). É quando você olha pra um grupinho de pessoas e pensa "que bando de pirralho, eu fazia isso quando tinha 15 anos de idade". É quando você se dá conta que a sua formatura de 3ªº já foi fazem dois anos. É quando você está em seu primeiro ano de faculdade junto com uma "molecada" recém saida do 3ªº. É quando a maioria de seus amigos já têm carteira e saem de carro. É quando não se migra mais de bar em bar, a pé, para ver se "cura" a bebedeira com a caminhada e chega em casa menos mal. É quando não se aguenta mais beber dois dias seguidos. É quando varar a noite passa a ser uma tarefa árdua e que exige um mega esforço. É quando se percebe que os "irmãozinhos" daqueles que estudaram com você estão entrando na faculdade. É quando você acha que é tão nova ainda, mas aí a irmã mais velha vem lembrar que eu não sou mais nenhuma adolescente. É quando você sabe que não é mais adolescente coisa nenhuma, mas que ainda faz as mesmas coisas estúpidas. Mas o melhor disso tudo é saber que realmente eu melhorei e não sou mais aquela adolescentezinha nerd com medo da vida. É, tô velha, mas melhorei em muitos aspectos. Parar pra pensar no que eu não fiz é que me deixa assim, com esses espírito.

05 julho, 2008

Tristeza de vestibular (de novo)

O sentimento de derrota ainda me persegue. Sim, estou onde deveria estar, curtindo o que estou fazendo. Mas, sempre tem um mas em minha vida, não estou completa, o passado volta à tona direto. Seja conversando com o namorado, com os amigos, explicando pras pessoas que não, não estou fazendo jornalismo na Uel e sim na Unopar. Que sim, fiz dois anos de cursinho mas não deu, tive que ir pra uma particular. Que não sei se tento tranferência, se tento vestibular de novo, se tento outro curso, se faço noturno, se tranco a matrícula, se abandono e volto depois. Naõ sei de muita coisa, na verdade. E não sei quando vou parar pra pensar nisso, me acostumei com os dois anos que estava fazendo cursinho que tinha um único objetivo e não pensava muito na possibilidade de nada der certo. Pois não deu e cá estou, cheia de dúvidas, cheia de expectativas e cheia de medos (de novo).











A data da inscrição do vestibular da Uel já foi divulgada, a lista de livros também, mas não tenho certeza do que quero e tenho medo de tomar qualquer decisão.

02 julho, 2008

HourGlass


Sentimento de tristeza, saudades de quem passou pela minha vida, vontade de voltar e abraçar a pessoa, dizer o quanto ela foi importante pra mim e o tanto que eu quero que ela ainda seja importante. Distância, tempo, afastamento, a vida. Elas foram, seguiram a vida delas, eu a minha, cada uma a seu tempo. Triste fim para uma amizade, olhar uma ao perfil da outra imaginando como está e sem coragem de chamá-la para sua lista de amizades, sem coragem de mandar um “oi”, mesmo que virtual.
Será que eu fiz parte da vida das pessoas como elas fizeram da minha? As lembranças dos lugares, dos fatos, estou eu inserida neles? O meu tormento, nunca saber a reciprocidade. Será que noto tantas pessoas sem que ao menos elas saibam da minha existência? Sim, é claro. Mas e amizades, experiências vivenciadas juntas, será que estão tão vivas nas memórias delas como na minha?
Sei bem de mim, ou nem tanto assim, mas ainda assim quero saber dos outros.

23 junho, 2008

...


Sinto um vazio aqui dentro. Ontem ouvi tanta coisa que não queria, mas que mereci. falei tanta coisa que não queria mas que saíram. É estranho pensar em não te ver, pensar que não vou poder te ligar pra dar boa noite. As pessoas me fazem falar de você e cada vez que ouço seu nome é como se mais uma vez eu lembrasse de você indo embora. Se ao menos eu tivesse lido o e-mail um pouco antes, se eu não tivesse lido ele só hoje, só agora de manhã, já com os olhos inchados e sentimental... ah se eu tivesse lido antes.... eu não quero mais chorar, não quero pensar em você e chorar, não acabou, você me garantiu isso, por enquanto eu me apego nesse sentimento de esperança, por um tempo vou ter que saber lidar com isso.... Só espero que quando for a hora, o melhor para nós dois aconteça....

19 junho, 2008

Imin 100


Não se preocupem não vou falar sobre as sagas dos japoneses no navio Kasato Maru, quando chegaram em Santos, o como são vitoriosos, como contribuiram para a formação cultural do Brasil...
Não que isso não mereça ser falado, mas em tempos de Imin 100 em que todos descendentes de japoneses tem que ter alguma história pra contar, tem que conhecer alguém que foi influente na época da colonização, tem que saber da cultura dos ancestrais, e etc... eu me irrito e me sinto desapontada comigo mesma.
Não sei falar/ler/entender NADA de japonês, tá sei algumas palavras, mas nada além da obrigação. Não tenho contato com a tradição/cultura japonesa. Não leio mangás, não gosto de animes, acho um tanto quanto ridículo essa coisa de cosplay. Não oucho J-pop/J-rock. Não danço bondori nem matsuri dance. Mal sei o significado do sobrenome da família, da história dos meus tão ditos ancestrais. Não que eu odeie ouvir essas histórias, mas acabei simplesmente me afastando de mais disso tudo. A maioria dos meus amigos não são japas. Sempre tive preconceito com o povo descendente que anda em bando fechado, uma "colônia" japonesa. Talvez tudo isso seja dor-de-cotovelo por não ter contato com tudo isso, mas na verdade acho que nunca me interessei direito e sempre fui muito "revoltada" para querer me integrar.

E em tempos de Imin 100 o que me deprime mais é ver que eu com tanto na mão, tanto a se fazer e não faço nada. Me comparo às senhoras e senhores de idade que foram voluntários na organização da expo Imin, que são senseis, que ensinam, que aprendem e eu presa em uma rotina ditada por mim mesma....

13 junho, 2008

fases


Segunda-feira, 12 de junho de 2006
Dia 12 de junho. Por algum motivo que desconheço e que não tenho interesse em saber é dia dos namorados. Estranho, na maioria dos países por aí essa data é em fevereiro. Brasil, amado, louvado, país do futebol, e suas estranhezas. País do futebol, aí outra coisa que me deixa indignada. Como nós somos patriotas, vestimos verde-e-amarelo dos pés a cabeça, enfeitamos as ruas com bandeiras e papéis picados que vão ser descartados logo que o efeito da droga anesteziadora que é a copa acabar. Não adiante me rebelar, é cultural e mundial. Tem um efeito interessante essa tal de copa, quando ela começa o mundo fica lindo, os países se unem por um bem maior. Em qualquer meio de comunicação existe o tal assunto. Capitalismo selvagem, qualquer data comemorativa se torna em mais uma data para se gastar dinheiro. Capitalismo que não tem volta. Estamos fadados a essa política. Não acho de todo mal. Pensar em qualquer outro tipo de governo é utopia. No fim eu mesma não estaria vivendo do jeito que vivo se não fosse o capitalismo, talvez estivesse melhor, ou pior. Nunca saberei. Meu maior problema é a falta de uma tal ideologia, não sei no que acredito realmente, só sei que sou contra muita coisa. E é muito mais que a minha revolta contra a copa, contra o dia dos namorados, é um sentimento de insatisfação, de querer algo e nem saber o que. Talvez seja só TPM, talvez semana que vem eu esteja rindo das besteiras que já fiz. Ou, estarei bem pior, não estando mais aqui. É covardia e covarde sempre fui. Covarde até pra cometer uma covardia maior.

Terça feira, 12 de junho de 2007

Não sei bem se é medo, se é receio de me perder em algo que desconheço, mas acabo adotando medidas que tomo como verdadeiras só para não precisar fazer certas coisas. Ando tão encantada com ele que me perco em palavras e acabo me fechando em carrancas mal-resolvidas. Não, não estou dizendo coisas sensatas, mas desde quando se é sensato quando se encontra em estado de graça com alguém?! Gosto de sua companhia, você faz as minhas manhã melhores e menos estressantes. Tá, clichês a parte, gostaria de me entregar com mais profundidade, não criar essas paredes que insisto em levantar perto de quem eu gosto. As minhas palavras acabam sempre soando um pouco tristes demais, mas estou feliz, você me faz feliz e não queria sentir essa vergonha de falar as coisas, mas saiba que mesmo que eu não em expresse verbalmente haverá sempre esse sentimento pulsando em mim.Feliz dia dos namorados! .^^


Quinta-feira, 12 de junho de 2008
É, você mudou a minha visão, você me fez mudar. me ajudou a evoluir, está sempre ao meu lado, me elogiando e criticando quando necessário, você não tem noção de quanto uma crítica sua vale! as mais construtivas por mim já ouvidas, ou que eu resolvo ouvir. A minha rebeldia contra as coisas evoluiu, estão mais fundamentadas e menos cheias de "rebeldia juvenil".
O dia dos namorados foi maravilhoso, foi sim um dia de amor, de carinho, de cumplicidade, de sentir o quanto amo uma pessoa, tão forte esse sentimento. Com você, sou uma pessoa melhor (sim, clichês de filmes românticos são bem vindos agora! haha) Já escrevi tantas coisas pra você, e pensando em você, que tudo o que sai aqui você já ouviu da minha boca, já leu em algum lugar, mas ainda assim gosto de repetir o tanto que você me faz bem, do tanto que amo você, de como você é um marco na minha vida e me fez evoluir!
Amo muito você Daniel Ishigaki!
.^^

09 junho, 2008

Reciprocidade


É, funciona.
Parece besta, mas não é sempre que eu acredito nessas coisas que todo-mundo-fala-e-todo-mundo-sabe-que-é-verdade.
Leveza numa segunda-feira, sem mau-humor, com indignações de sempre; sem perder o controle, no entanto.
Escolhas e fatos impostos. Tudo depende do que você espera das coisas. Do que faz para acontecer. O "eu" tem bem mais importância do que se imagina. Não o egocentrismo, mas a conscientização de que basicamente tudo o que acontece com você é fruto de atos passados, presentes e será do futuro.

26 maio, 2008

pseudo-insônia

domingo, 2 horas da manhã, ou seria segunda às duas da manhã?!
Uma pseudo-insônia, já que o meu problema mesmo é a falta de vergonha na cara pra ir deitar na cama, dormir e acordar, enfrentar a vida, o mundo, a mim mesma. Mudar, todo dia. Permanecer, quase nunca. Ser estável não é uma coisa fácil e nem deveria ser padrão, mas a instabilidade também me corrói.
mas o que me resta é viver da forma que posso, que preciso, que sou.

05 maio, 2008

1+1 = 2













sim, números que se complementam, nada comparado aos "dois patinhos na lagoa" mas esses dois palitinhos já trazem a felicidade. Números são tão.... matemáticos, mas dizem que há uma equação da paixão, do amor, não sei, sei que a minha se resume a isso D+D=D², talvez não esteja matematicamente correta, mas que é a minha verdade absoluta, isso é. Que esses palitinhos engordem logo e virem outros números, maiores e mais gordinhos.

te amo muito! .^^

25 abril, 2008

Umbiguismo


Maturidade? cadê?! Nunca chegou perto daquelas pessoas, umbiguistas (sim, há o egocentrismo e o umbiguismo, ao meu ver, o umbiguista é pior, não é mais o ego somente, é o próprio umbigo que está em jogo definição minha, piras minhas). Pessoas mimadas, provenientes todas de uma mesma esfera social, que conhecem os mesmo grupos de pessoas. Não só a idade que dificulta o entendimento da vida e o dicernimento das coisas, a cabeça, a mentalidade além de tudo é diminuida, ficar posando de "drogadinho" pra não se equivaler aos outros, de "anti-social" para não se dizer feliz e saltitante como outros, mas no final a essência é a mesma, e eles fedem! todos fedem a hipocrisia, a falta de consciência, a umbiguismo generalizado!

16 abril, 2008

é tarde, ou cedo de mais.


Sempre foi assim, mas ela não quis ver, não quis aceitar e encarar a verdade. Toda vez era a mesma ladainha, sempre a mesma peça (dramática) acontecendo. A protagonista se descabelava, bebia, fumava, gritava. Os figurantes sempre só olhavam assustados, se afastavam para não serem atingidos por uma baforada de desaforo, uma rajada de xingamentos. Mas a humilde servente, supostamente a fiel escudeira está sempre lá, a servindo, aguentando as pancadas, sendo o colchão de ar das quedas propositais. Haverá um dia em que a queda será grande e no chão duro! com a cara no chão, há de haver pessoas rindo sem prestar ajuda alguma, inclusive a que sempre serviu de colchão...

10 abril, 2008

Medo

é esse meu medo. meu medo de não estar fazendo a coisa certa. meu medo de estar no caminho errado e sem volta. medo na vida. medo nas pequenas coisas. meu medo de altura. meu medo de fazer um "flick". meu medo do "petit volant". meu medo do desconhecido. meu medo de ousar. meu medo de ser verdadeira. meu medo de me arrepender. medos tão comuns ao de vocês. medos tão estranhos à vocês. meus medos de tudo dessa vida. meu medo de não viver. meu medo de viver de mais. meu medo de tudo o que se mexe. meu medo do que não se move nem um centímetro. meu medo. meu e só meu. mas que muitos compartilham. alguns escolho por sim, alguns prefiro que não.

10 março, 2008

O ódio do ócio

Não sei o que me incomoda mais, o fato de eu ter que ler mil coisas, escrever mais outras mil, pesquisar uma coisa e outra ou ... ficar no ócio. O vazio do dia; o não produzir nada; o passar do tempo sem sentido; a morte do tempo, lenta, gradual.
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Cansada já, do nada e do tudo, de ter e ter que abrir mão, de não ter e não querer.
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Cansada
.
.
.
T
P
M

23 fevereiro, 2008

O começo do fim e o fim do começo

O fim
Sexta-feira passada eu fui em uma formatura, quinta-feira agora, em outra. Mês que vem tem mais uma. Três formandos bem distintos. Ver as pessoas se formando, festando juntos pela última vez , vendo alguns amigos pela última vez, tirando fotos para o álbum, tirando fotos, se emocionando. Eu me emociono, é um misto de alegria por eles e apreensão por mim. Quando for a minha vez, como vai ser? será que vou me divertir tanto quanto eles pareceram se divertir, ter amigos de verdade pra abraçar na festa de formatura e se emocionar junto, olhar pro rosto dos formandos e ver a felicidade estampada, querer guardar aquele momento pra sempre na memória, olhar as fotos e sentir uma saudade imensa, mas que impulsiona, não segura. Não tenho boas lembranças da minha formatura de ensino médio, então fico querendo que a da faculdade, ao menos, seja a mais próxima do perfeito possível.
O começo
Sexta-feira agora fui no primeiro churrasco de jornalismo da minha sala, veteranos e calouros. Achei tantas coisas, que não iria me divertir, que não conseguiria me socializar com ninguém, enfim, meus 'diabinhos' falando na minha cabeça. E no final é engraçado perceber que as pessoas me viram mesmo quando eu me considerava invisível, gente que sabia meu nome sem eu ter sequer conversado com elas, me diverti. Conversei um pouco com todos, me deixei ser analisada, ser julgada sim, afinal fiz isso com os outros, mas dessa vez pelo menos pude ter algum contato. Encontrei pessoas com as quais eu possa ter alguma afinidade e outras que realmente são menos compatíveis com a minha personalidade. É, isso é definitivamente o começo de algo, bom ou ruim, só o tempo dirá (mas com um esforçozinho da minha parte, será ótimo).

Desculpas pública ao namorado e à amiga que me "perderam" para o churrasco

16 fevereiro, 2008

Criticai-vos uns aos outros

É a merda do moralismo. Critico a tudo e a todos, mas quando o fazem comigo acho um absurdo, uma falta de ética. Não consigo evitar, na verdade eu até gosto de julgar os outros pela aparência, tentar adivinhar a pessoa pela roupa que usa, pela forma que se expressa em meio a um grupo. Às vezes acerto, muitas vezes não, mas eu me divirto assim, descubro que muitas pessoas são estereótipos mesmo, mas que outras são muito mais complexas do que eu achava. E assim vou, tentando descobrir as pessoas sem mesmo conhecê-las, muitas vezes crio barreiras intransponíveis, mas que no final descubro ser mais flexível que eu. E muitas vezes eu subestimo os outros, os acho um tanto quanto "burros" e na verdade, eu é que estou sendo extremamente ignorante com tal pensamento.




e viva a sociedade em que vivemos em que tudo se resume a aparências!

24 dezembro, 2007

feliz natal, então

é véspera de natal e eu estou aqui encarando as pocinhas que minha lágrimas formam no chão. a família reunida, dia de festa, comida farta. e lá fora, não muito longe, o moleque descalço, com a camiseta rasgada está pedindo dinheiro no sinal, se encolhendo nos cantos nas noites mais frescas. hipócrita, sim, todos somos. mas às vezes só queria poder ser verdadeira e dizer o que realmente penso, não ficar tolerando priminha pentelha porque temos que manter a aparência; idem para as tias/tios chatos e irritantes. não posso nem falar que preferiria estar com meus amigos de verdade em algum bar porque não sinto que os tenho. queria ter a coragem suficiente de sair por aí, igual a gente vê nos filmes, de dar comida para os pobres, ajudar os desamparados e esses clichês todos, mas que nunca experimentei. ou de fazer alguma loucura, sumir durante um dia, voltar e nunca mais falar sobre o assunto, sem perguntas do que eu fiz, sem me questionarem o porquê.
mas já que não vou fazer nenhuma dessas coisas vou ficar aqui em casa, sendo falsa, hipócrita e decepcionando meus pais.
e um FELIZ NATAL para todos.

05 dezembro, 2007

Meio ano


Dia chuvoso, chuva de verão. Tô ouvindo Pato Fu - Tudo vai ficar bem (?!). Sei lá, tô falando com você no msn, falando amenidades, nada sério, mas uma conversa que com você é gostosa, até falar sobre o tempo é bom. Tá calor, mas me falta o seu calor. É, 6 meses depois daquele dia, dia que eu não estava bem, mas você (como sempre) conseguiu me animar. Hoje eu não estava bem, mas adivinha? você me fez bem, me entendeu mesmo quando não há o que se entender. e pode deixar que um dia a gente ainda vai de Biz pra praia! ihihihihi

01 novembro, 2007

Olhar pra trás

Sempre achei que seria melhor viver enterrando o passado pra nunca mais deixar fantasmas desse tipo me assombrarem. Mas agora chego a conclusão de que na verdade o melhor mesmo é olhar sempre pra trás, ver como estou diferente, como eu realmente mudei, ver que o mundo a minha volta não mudou tanto assim, mas eu mudei o jeito de olhar pra esse mundo. A minha personalidade não muda, mas descubro novas facetas dela. Me surpreendo, mas às vezes sei que no fundo só faltou um pouco mais de força de vontade mesmo (ok, a presença de uma pessoa me apoiando fez muita diferença, mas não é o motivo por inteiro).
Sábado teve "social no clubinho". Não foi a mesma coisa, as pessoas não são mais as mesmas, o clubinho não é mais o mesmo, eu não sou mais a mesma, de vez em quando dá uma nostalgia da época mais 'porra-louca' no clubinho, mas agora as coisas são diferentes, já estava na hora, né.
É, meu aniversário tá chegando, 20 anos de idade posso garantir que mudei mais do que em minha vida inteira nesses últimos 5 meses. Isso é bom, muito bom, na verdade, mas acho que andei me afastando de pessoas que parecem ter parado no tempo e insistem em não querer evoluir, direito seu, não sou eu quem vai te alertar quanto a isso.
Mas é, olhei pra trás e gostei do que vi, porque tudo me define hoje e hoje eu gosto do que eu vejo no espelho.

18 outubro, 2007

Novos ventos


Hoje falta um pouco menos de um mês pro meu Xº vestibular (já não lembro de é 3º, 4º...não importa). Estou relativamente tranquila apesar de ter perdido a noção de o que é estar estressada, estar nervosa ou já nem ligar mais e estar anestesiada. Não sei, acho que no final estou sim mais confiante, mas nervosa pra caramba, mas estou bem e sorrindo.
Arranquei um tampão do meu dedão do pé esquerdo, minha panturrilha da perna direita tá fudida, ou seja tô andando toda torta e mancando, mas estou bem e sorrindo.
Meu cabelo não me agrada mais, está todo ressecado, desbotado, mas prometi a mim mesma que não vou mais mexer nele, apesar de ter-se criado uns mullets que eu abomino, mas estou bem e sorrindo.
Estar bem e sorrir vai além do que está acontecendo em sua vida, é o estado de espírito em que você se encontra. (é, isso tudo soou como e-mails de auto-ajuda encaminhado, e tem que se levar em conta que eu estou dopada sob o efeito da tpm, ou seja, meu humor anda instável ao cubo, o Dani que o diga)
Senti vontade de escrever algo, tirar as teias de aranha do blog e deixar declarado aqui que andei perdendo alguns de meus vícios, a internet mesmo é um bom exemplo, parei de fumar faz mais ou menos 1 mês e estou com o mesmo corte de cabelo faz um bom tempo hehehe.
É, o ano vai passando e eu mudei um pouquinho e me sinto confiante pra dizer que ano que vem estarei na UEL toda feliz e faceira no curso de jornalismo.

30 julho, 2007

Brinquedo Assassinado


As minhas brincadeiras de criança foram como de todas as crianças, imagino. Barbie, boneca, casinha...O que me intriga é lembrar que quando eu brincava de casinha, eu não imaginava cenas felizes, da 'filhinha' feliz, comendo a papinha que a 'mamãe' preparou com carinho. Lembro que certa vez, por algum motivo bizarro eu falei que a minha 'filha' havia caído do escorregador, batido a cabeça e entrou em coma (!). Com as barbies, não era diferente, o ken sempre 'me' traía com a minha melhor amiga.
Tá, não foram todas as vezes que brinquei assim, mas é aí que vejo que minha personalidade "depressiva" e que distorce tudo só porque é legal, vem de muito antes do que eu imaginava.

24 julho, 2007

Casa no Campo


Cada vez mais tenho a certeza de que o que menos almejo na vida é morar em uma mansão, ter o carro do ano, uma televisão de não sei quantas polegadas de não sei que tecnologia. Não quero luxo, nem lixo, como já dizia Rita Lee (ou quem quer que seja que compôs tal música). Respeito quem tenha isso como objetivo de vida, mas na verdade mesmo eu quero mais é ser feliz de outras maneiras, me realizando de outras maneiras (que nem eu sei bem ao certo quais são, mas enfim). E me sinto tão hipócrita falando isso, pois sei que sou mimada, que sempre tive tudo o que precisei, que nunca me faltou nada e bla³.


(...)
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras
Pastando solenes no meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
E um filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos Meus discos e livros E nada mais...

11 julho, 2007


A televisão emburrece as pessoas.
Programas que falam sobre a vida pessoal de pessoas famosas; filmes que só fazem mascarar uma realidade podre em que vivemos; comediantes que ganham dinheiro fazendo piadas sobre outras pessoas e muitas vezes simplesmente humilhando-as; o nosso "circo" oficial toda quarta-feira à noite em todos os canais abertos com direito a pay-per-view para quem quiser assistir a mais de um jogo por vez; um gordo chato (ou dois) que não deixa as pessoas falarem e tantas outras coisas.
Como futura jornalista (supostamente) não me dou bem com nenhum tipo de comunicação e isso me assusta, o que farei da vida então? se o objetivo é ganhar dinheiro vou me meter a ser paparazzi e tá tudo certo, ser engajada dá trabalho e exige cérebro, coisa que ando usando de forma precária nesses últimos tempos! hahahah é, é rir pra não chorar.

having serious second thoughts about my future carreer... =T

05 julho, 2007

1 mês


É tão relativo, nem parece, ao mesmo tempo que parece muito mais.
Já te fiz me aguentar chata, chorando, com TPM, estressada, agressiva....enfim, acho que você já me conhece melhor do que muita gente. Agradeço todos os dias por ter te encontrado, por você ter me encontrado, pelas coisas "ruins" que me aconteceram pra me acontecer uma tão boa!
Vamos juntos, de mãos dadas passar por isso e venceremos! xD
(adoro você)²¹²³²¹²³²¹²
my diabetes! .^^ ihihihihih

04 julho, 2007

Morde a língua e morde forte!

Tenho que tomar cuidado com a maneira que expresso as minhas opiniões, andei quebrando a cara quando dizia que não faria tal coisa, que odiava outra e coisa e tal.Por exemplo, sempre deixei bem claro que achava a coisa mais ridícula japa loiro; e adivinhem que cor está meu cabelo nesse exato momento? é, loiro (loiro-pagodeiro pra ser mais exata). Não estou achando a coisa mais linda do mundo, mas não é que até gostei da idéia? É, contradições à parte, sou assim, gosto de falar mal do que não conheço por puro prazer.


obs: cabelo loiro por tempo indeterminado, mas acredito que logo ele ganhe uma cor! xD

29 junho, 2007

Sentido da Vida (?)


Ainda me pergunto, sei que já não faz mais sentido me indagar sobre o sentido da vida, afinal estou entalada nisso até o pescoço, sou condicionada a agir de certas maneiras desde pequena, na verdade não reclamo não, porque é preciso ordem para se viver, ou não seria possível tal coisa. Mas a maioria das coisas que faço são pra agradar (ou desagradar) alguém. Moralismo, hipocrisia tudo me incomoda profundamente, mas sou acomodada e prefiro levar a vida, e aceitá-la como ela é. Admiro quem leva uma "vida alternativa". Rodando o mundo com uma mochila nas costas e arranjando bicos por onde passa, desapegado desse sistema capitalista que nos envolve e nos sufoca. Não há como mudar e ser muito radical (pode ser pior pra mim mesma); mas quero algo diferente, algo que me preencha mais do que isso de estudar pra entrar numa faculdade porque é isso que a sociedade (e meus pais) esperam de mim, queria era um cantinho pra mim, pro meu amor e pra nossa felicidade, sem ter que se preocupar com essas superficialidades de status social, emprego digno do homem. Não quero ganhar uma grande quantia de dinheiro, a quantidade necessária pra eu não passar fome e ter as mínimas condições de vida, sendo feliz é o que importa. Em busca da felicidade sempre estou, mas começo a perceber que a felicidade é acordar todo dia e agradecer por eu estar em minha cama tão confortável, a certeza de um café da manhã e um sorriso da minha família, de ouvir um bom dia todos os dias, da solidão só me pegar porque sou suscetível a isso e me deixo afundar nisso. Aliás, muito disso requer dinheiro, mas não é só isso, há o valor das coisas que não se compra, sim, como esse clichê de os sons dos pássaros, as nuvens no céu, a lua cheia em uma noite quente, a árvore florida no inverno, o abraço de quem se gosta. Afinal a vida é feita de clichês e eu sou mais um clichê que tenta ser diferente. Pelo menos eu tento, e já me orgulho disso. Sei que tenho que tentar mais, ser mais forte, mas é assim que sou, uma explosão de pensamentos desconexos tentando fazer alguma diferença nessa curta vida que tenho.

22 junho, 2007

Orkuticídio

É, me "matei" do mundo virtual, ao menos me engano um pouco...Mas ao mesmo tempo me deu um "vazio" aqui dentro, parece que uma parte de mim está sendo apagada e isso é simplesemente HORRÍVEL, porque me tornei tão dependente de um meio de comunicação tão sem vida como o orkut que agora sinto que não posso mais viver sem, mas já vivi, um dia me acostumo, assim como me acostumei a ficar sem muitas coisas na minha vida.

12 junho, 2007

Dia dos namorados


Não sei bem se é medo, se é receio de me perder em algo que desconheço, mas acabo adotando medidas que tomo como verdadeiras só para não precisar fazer certas coisas. Ando tão encantada com ele que me perco em palavras e acabo me fechando em carrancas mal-resolvidas. Não, não estou dizendo coisas sensatas, mas desde quando se é sensato quando se encontra em estado de graça com alguém?! Gosto de sua companhia, você faz as minhas manhã melhores e menos estressantes. Tá, clichês a parte, gostaria de me entregar com mais profundidade, não criar essas paredes que insisto em levantar perto de quem eu gosto. As minhas palavras acabam sempre soando um pouco tristes demais, mas estou feliz, você me faz feliz e não queria sentir essa vergonha de falar as coisas, mas saiba que mesmo que eu não em expresse verbalmente haverá sempre esse sentimento pulsando em mim.Feliz dia dos namorados! .^^

03 junho, 2007

Incômodo do não incômodo

Sabe aqueles e-mails que mandam em correntes que falam que a gente se acostuma com tanta coisa e não deveria? É o se acostumar com a violência, se acostumar com mortes em vão, se acostumar com tanta coisa que não deveria ser do jeito que são. Como uma informação muda todo um sentimento. Não queria sentir isso assim, é tão covarde e cômodo isso. Talvez, como sempre, eu esteja maximizando os sentimentos e fazendo tudo parecer pior do que realmente é. Mas me incomodou o fato de eu não ter me incomodado antes.

27 maio, 2007

A menina e o banco


Sentada no banco da praça a menina com seus ouvidos ocupados por uma música qualquer observa e é observada. Enquanto muitos estão correndo, fugindo, buscando, ela está e só. Aproveitando o dia frio e ensolarado que tanto gosta. Vê o tempo passar e ela passar pela vida como em um filme sem graça de sessão da tarde. Daqui a pouco chega o intervalo e as pessoas continuam passando, e ela que a cada minuto, a cada música tocada se faz sentir novas sensações, pensa em tudo e em nada.
Pessoas anônimas, sem rosto como ela o é. Cada um tem sua história, cada um possui energias para transmitir. As pombas que ela odeia fazem parte do quadro que é formado como um borrão de cores e uma mistura de sons, cheiros, sabores.
Há o mendigo, o estudante, os que só querem voltar para casa e esquecer que a vida castiga, que a vida só faz maltratar. Um doce, um cd falsificado, artesanatos, óculos escuros. A vontade de continuar ali, naquele banco no meio da cidade, é grande mas ao mesmo tempo assusta. Não há certezas nisso, muito menos na vida.O banco que era iluminado pelo sol já não é mais, quem era mendigo não mais existe e ela continua ali, parada no meio da ventania.

05 maio, 2007

pois é, esse negócio de falar que eu sou carente já deu por hoje, só escrevo isso nesse blog, há!
É, acho que não consigo escrever sobre as coisas boas que me acontecem, como a viagem pra ilha do mel, como conhecer gente nova me fez bem, como entrar em contato com a natureza realmente fez diferença. Como eu mudei (ou não) depois de ver que a vida é mais que passar no vestibular, mas que isso também é importante. Não sei mais o que quero da vida, entrar na UEL, beleza, mas ainda não vejo o sentido nisso tudo e vou vivendo um dia de cada vez, aproveitando o máximo que eu posso, dentro de certos limites.

Moléculas

Antes do Pôr do Sol (Before Sunset - 2004)
Jesse: I feel like if someone were to touch me, I'd dissolve into molecules. (Eu me sinto como se alguém me tocasse, sabe, eu me dissolveria em moléculas.)

E é assim como o Jesse que eu me sinto. Mas eu sinto falta de clichês que nunca tive, de assistir um filme abraçada com alguém debaixo do cobertor comendo pipoca e tomando chocolate quente, de deitar no gramado em um dia de verão e olhar as estrelas, de dormir de conchinha, de ir ao cinema só eu e ele, de me sentir protegida por umas costas mais largas que as minhas...
Carente, pois é, acho que é essa minha natureza.


25 abril, 2007

Tchau que vou pra Ilha do Mel!

Sim, mais uma viagem, mais uma fuga de realidade, quero esquecer de tudo o que sinto (e que não sinto) por aqui. a insensatez de me jogar em uma viagem sem ao menos ter a minha vida resolvida por aqui. Mas o ano passa cada vez mais rápido e vai passar, cada vez mais. O que importa agora, é que ano que vem eu vou estar na UEL, mas devo fazer por merecer e me esforçar para que isso aconteça. Talvez quem veja a minha vida do "lado de fora" ache que eu sou mais do que merecedora dessa vaga, mas eu sei o que faço e o que faço.
Ando tão desligada do mundo, achando que as coisas vão cair do céu, mas até ando diferente por causa disso, ou não. Mudei? não mudei, talvez nunca mude e continue essa menina-mulher que só quer ser notada uma vez na vida por alguma façanha realmente interessante, ou ser notada só por uma pessoa, que eu nem sei quem pode ser.

13 abril, 2007

Poder não é querer


Ando me mascarando, mas de uma maneira positiva, se isso é possível. Nem eu me reconheço no meu modo de agir, mas finjo que tudo mudou pra ver se realmente muda. Rir, gargalhar, não levar nada a sério (nada é relativo), falar "foda-se, tá tudo bem"
A leveza de um andar mais despreocupado e a lerdeza de quem não sabe bem pra onde vai, mas sabe que vai sair do lugar.

24 março, 2007

Tentativa de mudança

Acho que sou assim em tudo, tento mudar mas sem ao menos saber como.Tá, que ninguém sabe o que fazer quando tudo está diferente, mas a diferença é que eu nem tento. Pelo menos é assim que sinto. Blé, muito tempo na frente do pc, tá me fazendo mal! há!

11 março, 2007

Garden State / A Hora de Voltar

Andrew Largeman: You know that point in your life when you realize that the house that you grew up in isn't really your home anymore? All of the sudden even though you have some place where you can put your stuff that idea of home is gone.

Já faz um tempo que assisti, mas me marcou de uma forma muito forte.
Quem assistiu talvez entenda, ou não.
Pra quem não assistiu, fica aí a dica.

28 fevereiro, 2007

Carente


é, pois é.

raiva raiva raiva riav aira vaira ria vai raiv aira vira viara rai raiva riavc riava riavi a

25 fevereiro, 2007

TPM/FDP/FDS/BG?!

TPM: três letras que fodem com a minha vida. É nessas horas que eu soco paredes, choro, tenho ataques de risadas histéricos, amo, odeio, esqueço, lembro de tudo. e quero morrer!
É o sentimento de inutlidade que me persegue como minha própria sombra faz.
Eu que hiper valorizo as pessoas e nada vai corresponder às minhas expectativas. Ser tão carente como sou me causa muitos problemas, inclusive os que me afligem agora. Esqueça o homem, me entristeço agora por não ser a boa amiga que gostaria de ser, de egoísta que eu sou (esqueci de ajudar a ela como ela me ajudou) nada me satisfaz e sinto que sempre as pessoas me privam do que elas podem dar para outros.



.................................................................................... Why do we all end up alone...?!

21 fevereiro, 2007

Acampamento

Ao menos um dia me desliguei do mundo. Parada lá, sentada na pedra no alto da serra, a única coisa que me ocupava a cabeça era a dimensão daquele lugar de como os morros ocupavam lugares que minha vista não mais alcançava, o céu me engolia e mostrou a minha insignificância.
Olhar para o céu e ver o triplo de estrelas do que estou acostumada me fez entrar em um estado de paz, calma e me fez até esquecer de fumar. Sentir o que é não ter recurso da energia elétrica, da água encanada, me faz ver como não damos valor pra nada do que temos. É, acho que ainda "filosofo" muito em coisas que na verdade são simples, mas e daí? vão me julgar? espero que não! Quero falar o que eu senti e é dessa forma que me expresso, se não consigo ser tão simplista e falar um simples: PERFEITO!, acredito que cada um tenha sua maneira de livre-expressão.

07 fevereiro, 2007

Em linhas gerais


Praia com a galera. Bom, tudo muito bom. Mas como já disse anteriormente "o dia-a-dia revela o melhor e o pior das pessoas" ou qualquer coisa que o valha. Enfim, mais uma experiência de conhecimento dos outros e também, porque não, auto-conhecimento. E juro, fiquei com dó de quem teve que aguentar meu mau-humor, tpm, stress, chiliques e coisas similares. Mas falo, os momentos de risadas compensaram, sempre compensam!

18 janeiro, 2007

Sonho e Realidade



Não dormi bem. Tive um sono agitado com pesadelos que pareceram mais reais do que a realidade. Sentimentos que deixo escondido vêm à tona nessas horas. Acordei no mínimo 4 vezes durante a noite, ofegante, com o coração disparado, a boca seca...Pensamentos que me perseguem. Além disso tudo tem a Tpm (maldita). Apesar da consciência de que eram apenas pesadelos, me senti horrível pelo modo como agi e com medo de que na verdade aquilo é o que eu realmente penso sobre as pessoas e sobre as coisas. Fico me perguntando se todos esses sonhos e pesadelos que tenho não são realmente o que eu sou, e não o que eu penso ser conscientemente.

13 janeiro, 2007

Primeiro post do ano


13¤ dia do ano de 2007
Muita coisa e ao mesmo tempo nada aconteceu. Uma virada de ano maravilhosa, cheia de problemas pra planejar, mas que valeu cada minuto passada ao lado de amigos maravilhosos, acho que me apóio muito nessas amizades pra me moldar e às vezes me esqueço que cada um possui vida própria e eu também tenho que ter a minha. Pois tenho então:
Praia com a família, dez dias de areia, ondas, chuva, sol, baralho, louça, roupa...E eu achei que ia me estressar, que não ia conseguir ficar tanto tempo fazendo nada com minha família...Tenho essa tendência a enjoar da pessoas, péssimo, eu sei. O texto parece um tanto quanto "deprê" Mas acho que isso sai meio que naturalmente, assim como as pessoas me falam o quão estressada eu sou, é natural, por mais que esteja feliz, parece que isso transparece com mais força.
Mas 2007 chegou bem pra mim, so far so good.

24 dezembro, 2006

Aquilo de refletir sobre o ano que passou


Foi um ano bom. Pode-se dizer que eu fiz muitas conquistas, conheci melhor algumas pessoas, descobri que o dia-a-dia desperta o melhor e o pior no relacionamento entre as pessoas, amigas engravidaram, virei tia, me apaixonei uma ou duas vezes; me decepcionei um pouco mais que isso. A pior decepção acredito que foi comigo mesma. E agora, quando supostamente eu deveria estar mais forte, ter mais conhecimento, não estar tão perdida é que sinto o oposto disso.
Finalizei mais uma etapa (da minha vida em etapas) sem sequer haver uma ligação entre elas. Sim, tinha como objetivo me formar na escola de teatro e fazer ao menos uma peça de verdade. Me formei, e aí? Legal. Um ano de cursinho, quem sabe agora eu entre na faculdade, o que não foi bem assim. Mas, tá. Ano novo, vida nova (!?) Quem sabe, eu é que deveria...
Na verdade o que mais levo desse ano é um vazio de-não-sei-bem-o-quê.

15 dezembro, 2006

Tempo medido em cigarro


E de novo estou acordada quando o galo começa a cantar, quando passa o 1º ônibus do dia na rua, quando a empregada toca a campainha, quando os cachorros começam a latir pras pessoas passando em frente ao portão. Ontem cheguei depois de tudo isso porque estava na rua, por aí, matando tempo sem querer voltar pra casa. Mas o tempo passa cada vez mais rápido e tudo, até mesmo as coisas ruins parecem não durar tanto, mas aí o problema, o que quero que dure mais, simplesmente se dissolve no ar, como a fumaça do cigarro que fumei pra matar o precioso tempo.

05 dezembro, 2006

Férias(?)

hum, eu fico aqui achando que sim, mas não: uma pilha de tarefas do inglês pra entregar, segunda fase da UFPR (Tá, isso ainda está em módulo de espera), redações que agora já nem adiantam mais ser produzidas. Enfim, fico aqui esperando o resultado e esquecendo da vida. Mas é bom, passear por outros ares, ficar sentada no gramado do Jardim Botânico, só lá, sem pensar em nada (tá, mentira, pensando em algumas coisas e pessoas que ficaram em Londrina, mas tá), tirar umas férias de Londrina, botar a cabeça no lugar, assistir a filmes e mais filmes, cozinhar, lavar louça, fazer tantas coisas e ao mesmo tempo nada. Mas é nesse nada que muitas vezes reside o tudo.

27 novembro, 2006

Penalidades


É, pois é, não deu. Mas já me disseram, agora não adianta chorar, se estressar, ficar 'deprimida'. E nem tenho o direito! Pra toda ação há uma consequência, e ando vivendo muito sem pensar nisso. Imediatismos da minha parte que se refletem agora. Mas, já sei, não adianta ficar reclamando agora, deveria ter agido antes. Tá, tá, sou nova, mais um ano de cursinho não é nada. Mas dói, aqui dentro, por mim, pelos meus pais, por tudo!

16 novembro, 2006

Feriado


É irritante quando tudo está programado pra acontecer de uma maneira e no final não acontece. Mas é gratificante quando coisas inesperadas vem pra melhorar as coisas que eu julgava não ter mais solução. Noite que acabou só com o sol na cara pra acordar e melhorar a bebedeira toda. Já com o sol um pouco mais forte: sair correndo com o cachorro, conversar com as amigas, correr, pular, tirar fotos, se divertir. O sol já vai embora, mas não a empolgação. Ir a lugares que não conhecia, mas que passa a amar. Tão boa essa sensação de surpreender as pessoas, e ser surpreendida. Um resumo escrito assim não demonstra quão prazeroso pra mim foram esses dois dias que parecem ter esticado só pra eu poder curtir mais.

11 novembro, 2006

Sábado-feira

Sexta à noite nunca é um bom dia pra mim. Já é quase final de semana mas geralmente não saio porque tenho aulas no sábado. Acaba-se a semana e eu sinto que foi mais uma semana em vão e que eu vou vivendo, na verdade parece que eu vivo só nos finais de semana e isso anda sendo maravilhoso e péssimo ao mesmo tempo. Mas não vou reclamar, eu sei o que ando ou não fazendo. Mas ontem eu saí. Encontrei quem eu queria encontrar mas nem sabia que ia encontrar, não sei o que me deu, congelei. Não sabia como agir, o que fazer. Fugi, sem ao menos dar adeus. Depois vem o arrependimento: Devia ter feito isso, devia ter feito aquilo, devia, devia... É, eu devia é largar de ser besta e fazer as coisas que eu sinto vontade e que são possíveis.
Pois é, outra chance dessas acho que só daqui um tempo, ou nunca mais. Assim me conformo com as oportunidades perdidas e não aproveitadas.

29 outubro, 2006

Quebrando a cabeça


Ganhei um corte na testa por causa de uma pessoa (que não vai ler, nem quero que saiba). Mas foi bom, isso me levou a outras coisas, sentimentos reprimidos vieram à tona e se dissiparam junto com a fumaça do cigarro e a cerveja espalhada no chão. Não tem mais nada aqui dentro, depois de ontem tudo se foi com as lágrimas derramadas contra a minha vontade e os risos pra aliviar. A companhia das minhas amigas foi essencial: me fizeram ver coisas em mim que eu esqueço. Pode parecer que estou mal, mas pelo contrário, estou melhor do que nunca, surtar de vez em quando faz bem pra mim. Claro, não faz bem eu ficar guardando todos esses sentimentos e deixar as coisas acumularem pra depois explodirem, mas por enquanto isso está funcionando e agradeço do fundo do meu coração às amizades que tenho.

22 outubro, 2006

Metal is The Law



É quando a gente percebe que o diferente se torna normal e o normal, diferente.
Afinal o que é normal? Pra alguns é uma coisa, pra outros, outra. É tudo relativo nessa vida. E julgar pela aparência não é bom (tá, isso todos dizem, mas poucos seguem isso)
Show do Massacration. 'Heavy Metal' (assim diz o 'rótulo'). E eu nunca me imaginaria em um show de 'Heavy Metal'. Pessoas de preto: 99.99999%. Mas a curtição foi boa. Os caras são totalmente pirados (no bom sentido), muita zoação com o público, interação total. Me diverti muito! Manter a mente aberta, do reggae roots ao heavy metal, é isso aí. Não se manter fechado em uma única experiência, aproveitar pra conhecer gente nova, outros estilos e outros pensamentos. Não dá pra olhar pra alguém e falar: "que pessoa estranha", talvez essa pessoa olhe pra você e pense a mesma coisa.
E longa vida ao Massacration hehehehe

19 outubro, 2006

Bem Vindo


Uma pessoinha de menos de 3 kg e pouco mais de 40 cm causando tanto impacto e que ainda vai marcar muito a minha vida e de muita gente.Ficar olhando (babando) ele se mexendo, descobrindo as mãos os pés, a boca, fazer caretas de sono, chorar, tudo parece tão mágico nele. É, vou ser uma tia coruja, com certeza!
A melhor fase da vida: comer e dormir, todo mundo paparicando achando que tudo o que ele faz é tão gracinha!
Tão delicado e pensar que um dia ele vai estar aí na vida, se expondo, sofrendo, mas também amando, vivendo, e com certeza cercado de carinho por todos.
Já me perco em palavras. Mas é uma coisa especial o que aconteceu hoje.
Uma nova vida!

12 outubro, 2006

Busca (Revisado)


"eu preciso andar
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou"

A eterna busca do homem por ele mesmo. Há as amizades que ajudam. Há os amores que influenciam. Há a família que molda. Mas ninguém pode ajudar quando a pessoa não sabe o que quer, não tem consciência do valor que tem. Auto-afirmação, auto-confiança, auto-ajuda. No final nós mesmos é que fazemos diferenças em nossas vidas. Não sei se isso é uma visão muito extremista e solitária da vida em que não podemos contar com os outros, mas na maioria das vezes me sinto mais confortável assim. Não corro o risco de me machucar, não confio tanto assim nas pessoas a ponto delas poderem me machucar.

09 outubro, 2006

No Way Out


There is no way out. At least, it looks like there isn't. Things always end up the same way. I don't try to make different, i look for the same old thing over and over again. The illusions don't change. The illusionist do, but the audience remains there waiting to be fooled.

24 setembro, 2006

Devaneios


Sono.
Bebida em excesso.
Cigarros em excesso.
Lugar novo, pessoas diferentes. Pessoas iguais às outras, mas diferentes.
Dor de cabeça.
Diversão.
Mais dor de cabeça.
Abstrai. Divito.
Me perco, pra variar. Em todos os sentidos. Sentidos? não sei mais.
Me fazer de desentedida, me entender completamente.
Escrever coisa que ninguém vai entender.
Fim de noite. Madrugada. Sono.
zzzz
zzzzzz
zzzzzzzzz
zzzzzzzzzzz
zzzzzzzzzzzzz
zzzzzzzzzzzzzzzz
zzzzzzzzzzzzzzzzzzz
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
bzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

14 setembro, 2006

Vai Estudar!


Tô indo, tô indo. Droga, porque existe essa merda de vestibular?! A única coisa que me faz ficar de mau-humor. Mas a vida é assim: Entro no colégio e estudo pra passar no vestibular, passo no vestibular pra estudar mais ainda.
Ah, droga! vou virar hippie! hahaha

10 setembro, 2006

Olhares



Não olhar as coisas do jeito que seria mais óbvio, é enxergar as belezas escondidas.

21 agosto, 2006

Qual o sabor do doce?

do doce mais doce que o doce?
Não sinto sabor de mais nada. Só sei que é doce porque assim me foi dito, por alguma convenção estranha em que os sentimentos não podem ser verdadeiros, mas devem exisitir. Se choro é pra querer sentir algo, o riso, os afetos, são momentâneos e depois me deixam um sentimento de vazio.

18 agosto, 2006

Um Banquete

"Um Brinde: AO AMOR"

02 agosto, 2006

Deixa Estar





Que música do los hermanos é você?
Trazido a você por Soul Fire




E eu já nem lembrava que um dia eu já 'pensei' com o meu coração dessa forma. Na verdade isso me soa como uma besteira tão grande agora. Talvez isso realmente reflita o que eu sempre faço: "Deixa estar".
Que seja, não me importo com ele, nem com isso, nem com nada. Vou levando a vida dessa maneira, tão imprudente, sem responsabilidades e acho que tudo sempre vai acabar bem. Por enquanto acaba, mas e depois? A minha vida sempre fui levando assim, adiando pra depois e vendo no que dá. Mas certas coisas são pra agora e não pra depois.

23 julho, 2006

Back to Reality

Acabaram os dias de dormir de madrugada e acordar só na hora do almoço.
Dias de não fazer nada e reclamar disso também.
Dias de só começar a funcionar de noite.
Dias de gastar um terço das horas úteis no computador fazendo nada.
O que ao mesmo tempo não parece nada ao mesmo tempo é muito. Voltar a rotina é um sacrifício mas sair dela é a melhor coisa do mundo e é essa facilidade que me mata. Amanhã acordar às seis e meia da manhã e ir para aquele cursinho que só me estressa. Estudar e estudar e estudar. Tomei consciência disso. Mas a conveniência de inventar desculpas para não estudar é muito grande. E ainda acho que escrevo bonito! haha pára de se enganar e achar que engana aos outros em tudo o que faz!

20 julho, 2006

Férias de Londrina

Não digo que queria me afastar de todos daqui, mas da situação, já não aguentava mais essa rotina. Ir para uma outra cidade, nem que essa cidade diste somente cem quilômetros, o que vale é a mudança. Lá é que pude perceber o que devo fazer aqui, uma lição de responsabilidade em todos os sentidos. Não voltar tarde pra casa, não beber muito, acordar cedo, tomar café, pegar ônibus e ir fazer a prova. Chegar e fazer o almoço, comer e ajeitar a cozinha. Pareceu pouco mas valeu pra eu me ligar que ano que vem, talvez, eu vou ter que me virar assim, sem mãe pra me chamar caso eu não acorde com o despertador, sem mãe pra fazer almoço, sem empregada para ajeitar a bagunça que eu faço. Talvez não, mas mesmo assim, certas coisas tem que mudar, prova ferrada que eu fui mal, lição do dia: estudar mais. Ando levando as coisas muito na brincadeira. Ano passado "ah não, esse ano não quero, só tô 'treinando'". UEM, a mesma história, quando vou começar a me tocar que daqui a pouquinho é pra valer? Que não posso mais me dar ao luxo de dizer "tudo bem, não era o que eu queria, eu só estava treinando"? Não sei. Mas eu é que tenho que saber, eu é que tenho que aprender a merda da matemática a porcaria da química que nunca mais vou usar, da física maldita que não me entra na cabeça.

12 julho, 2006

An Easier Smile

it's getting easier for me to smile, to see the sun shining down on me, feeling like a breeze in the summer, The hit coming down form every flower and everything. My mood is so great that I start to say things that I usualy don't like and think that are stupids. But why say good things are stupid? Why can't I say waht i'm realy feeling?

[SAP]


O meu sorriso anda sendo mais verdadeiro, está mais fácil sorrir. Sentir o sol esquentando meu rosto, o calor da grama quente subindo pelos meus pés descalços, tudo parece conspirar a meu favor. Dias mais amenos, sem aquele frio que me irrita e me deprimi, não gosto do frio, nunca gostei. O colorido das flores e o cantar dos pássaros parecem mais evidentes depois de uma tempestade. Sentir uma brisa fresca debaixo de um sol quente e aconchegante, tudo é tão gostoso. Queria sentir isso mais vezes, saber deixar de lado as tempestades internas e as da natureza. São coisas que acontecem e são naturais, mas que eu podia muito bem saber lidar melhor e passar por elas de maneira mais suaves. Depois da tempestade vem a calmaria, já ouvi dizer. E tomo como uma verdade reconfortante. Meu humor hoje está tão diferente do de dois dias atrás em que eu chorava e escrevia sobre o que não queria escrever e não queria dizer. Hoje só escrevo sobre coisas boas, sobre o que me faz bem, não quero guardar aqui os meus piores pensamentos, quero saber que tive alguns momentos ruins mas que os momentos bons prevaleceram. Descobri uma música nova guardada aqui no computador e que agora já ficou guardada em meu coração! Sorrio porque vivo e vivo bem. Reclamo porque insisto em olhar para aquilo que é o mínimo. Agora já não há mais motivos pra chorar, nunca houve, sei que relendo esse texto depois, em um dia ruim, vou me achar a pessoa mais estúpida, mas porque falar sobre amenidades e coisas boas são estupidez? Não são, eu é que subverto os pensamentos. E falo sobre tantas coisas em um texto só. Mas o que realmente queria dizer é o que estou sentindo agora: uma paz que deveria me acompanhar, um sorriso que deveria prevalecer, mas já que não vão, aproveito pra me curtir nesse momento de lucidez otimista.

08 julho, 2006

The Coldness of The Brick

Quase me descabelo, acho ruim, faço careta, desprezo, olho atravessado, fico impaciente.O grito fica atravessado na garganta. Consigo dar alguns sorrisinhos falsos mas que podem culminar em qualquer momento em choro descontrolado com direito a soluço e tudo. E a tendência é piorar! Dai-me forças!Alguém! Me ajuda! Eu não vou sobreviver até lá. Vou desmoronar muitas vezes como já o fiz, mas desssa vez é pior, tenho mais responsabilidades. Não posso demonstrar, as pessoas não tem culpa, algumas delas têm, mas isso não vem ao caso. A maioria não entende porque a grosseria, a elevação da voz, as reclamações. Ficam fazendo gracinhas, querendo me fazer rir. Eu também faço isso, seria hipócrita em dizer que não.Isso é o que eu mais odeio em mim, fazer para os outros o que odeio que façam para mim, talvez seja uma forma de revidar, já que não tem como escapara dels, faça o mesmo, pra ver se eles se tocam, ou se irritam também como eu. E ao mesmo tempo que a presença das pessoas me irrita, algumas em particular, se fico sozinha é pior. Pareço uma criança mimada que chora por atenção, a diferença é que muitas vezes se obtenho atençao, faço questão de ignorar e repelir.



não aguento mais escrever as lágrimas me consomer. e me descontrolo.

23 junho, 2006

Qualidades não faltam!

Interessante, gostoso, agradável, divertido, amigável, animado, longo (mas de uma forma boa) e não, não estou falando de nenhum homem. E nem preciso falar de homem pra me sentir bem ou mal. Com os amigos que tenho, não preciso de mais nada. E amo e valorizo a amizade de cada um. Cada amizade com suas peculariedades, uma com um pouco mais de afinidade, outras de pura convivência, mas não tomem isso como uma coisa ruim. Sim, a casa está bagunçada, copos, bitucas e garrrafas de cerveja espalhados por aí, mas e daí? É só arrumar, varrer, lavar. Estar rodeada de pessoas que me querem bem, que eu quero (e muito) bem, compensa tudo. Sentados na grama tocando e cantando músicas dos mais variados estilos (cantando mal, sim! Mas de novo, e daí?!), tomando uma cervejinha e só curtindo uma rodinha de amigos. O que mais eu preciso querer? Onde tem essa galerinha o ambiente fica animado. É um sentimento de importância, de que estou sendo notada, um 'up' na minha auto-estima pra acabar com meus pensamentos auto-destrutivos e 'depressivos'. Usando o slogan mais famoso e usado nos dias de hoje: AMO MUITO TUDO ISSO!

21 junho, 2006

A vida se esvai

A vida vai. Se esvai. Não sei o que esperar. Sempre vivendo e sobrevivendo,um gerúndio irritante.
Motivos? Nenhum. Nem pra sorrir nem pra chorar. Me torno repetitiva até em meus textos. Se procurasse talvez achasse bons motivos para sorrir. A verdade é que não procuro. E fico aqui "sonhando acordado(a) juntando o antes o agora e o depois".

12 junho, 2006

algus dias "especiais"

Hoje é dia dos namorados. Geralmente a mídia nos entorpece de notícias sobre os presentes mais originais e casais-que-são-felizes-apesar-das-diferenças. Mas esse ano não! Esse é ano de Copa. Esqueçam os sanguessugas, esqueçam o tal do movimento de libertação de outro movimento, esqueçam as eleições. Vamos parar o país e o mundo para assistir aos jogos, pra saber que o tal do Ronaldo está com uma bolha no pé causada pela chuteira de 500 dólares feita especialmente pra ele. Me recuso a assistir, me recuso a ser sociável. "Não adianta ficar revoltada e ficar falando mal, é a vida." Conformista já sou com muitas coisas, aqui eu tenho e vou exercer meu direito de não assistir aos jogos e fazer alguma coisa que me dê mais prazer, ou não, mas que me agrade de alguma forma.
"A copa é o entorpecente do povo, a mídia é o tráfico."
Copiando errôneamente Millôr Fernandes.

13 maio, 2006

O oposto disso tudo

Um sentimento estranho. Ando me sentindo muito bem, obrigada. Muito bem é relativo. Mas bem, com momentos de mulher-mal-comida mas enfim, faz parte da vida. E as pessoas ao me redor tendem a não estar. E isso anda me irritando. Ando sendo egoísta de mais, isso é que sim, acabo fazendo aos outros o que abomino que façam comigo. Mas é um egoísmo doentio. Pior que quando eu me sinto mal. Quando eu me sinto mal, me isolo e tudo bem. Mas quando me sinto bem (veja, obssessivamente bem) não suporto que pessoas que não estejam tão otimistas, de bem com a vida, quanto eu, estejam a minha volta. Mas que esteja tudo muito bem também me irrita, eu tenho uma tendência a preferir a 'depressão'.

08 maio, 2006

Comer ou não comer?

eis a questão.
Cena pra realizar. Idealizações sem muitas pretensões. Primeiro trabalho como diretora. Friozinho na barriga. Comida. Amor. Arte. Há uma relação entre isso tudo. Aí é que está. Ache isso e resolverá seu problema, será?! Novas experiências que estão sendo legais até um certo ponto. Travei. Travou. Eu sempre travo!
Mas não vou desistir. Vou até o fim. E vou conseguir fazer com que a minha atriz faça o que eu quero, o que ela quer. Vamos fazer uma cena juntas. Tenho que aprender a usar a minha 'autoridade' mais vezes. Geralmente sou muito passiva, mas agora é minha vez de ser o cérebro. Não quero ser uma marionete. Mas isso é um desafio: pensar mais por mim mesma. Ativa, não sempre passiva!